Cinema

Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings

Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings 

Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis é um futuro filme estadunidense de super-herói baseado no personagem Shang-Chi da Marvel Comics. Produzido pelo Marvel Studios e distribuído pela Walt Disney Studios Motion Pictures, será o vigésimo quinto filme do Universo Cinematográfico Marvel. O filme é dirigido por Destin Daniel Cretton a partir de um roteiro de David Callaham e estrelado por Simu Liu como Shang-Chi, ao lado de Awkwafina, Tony Leung, Fala Chen, Meng'er Zhang, Florian Munteanu, Ronny Chieng e Michelle Yeoh. No filme, Shang-Chi é forçado a confrontar seu passado após ser atraído para a organização Dez Anéis.

Um filme baseado em Shang-Chi está em desenvolvimento desde 2001, mas o projeto não iria avançar até 2018 com a contratação do roteirista David Callaham. O diretor Destin Daniel Cretton se juntou a produção em março de 2019, com o projeto acelerado para ser o primeiro filme da Marvel com um protagonista asiático. O título do filme e o elenco principal foram anunciados em julho, revelando a conexão do filme com o Mandarim (Leung) e sua organização Dez Anéis, que aparecem em todo o Universo Cinematográfico Marvel. As filmagens começaram em fevereiro de 2020, mas foram suspensas em março devido à pandemia COVID-19. A produção foi retomada em agosto antes de terminar em outubro. As filmagens ocorreram na Austrália e em São Francisco.

Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings está programado para ser lançado nos Estados Unidos em 03 de setembro de 2021, como parte da Fase Quatro do UCM.

IP MAN 4

   Ip Man 4 é um próximo filme biográfico de artes marciais de Hong Kong dirigido por Wilson Yip e produzido por Raymond Wong . É o quarto da série de filmes Ip Man baseado na vida do grande mestre Wing Chun de mesmo nome e apresenta Donnie Yen reprisando o papel. O filme começou a produção em abril de 2018 e terminou em julho do mesmo ano.

Ip Man 4 conta um pouco da historia do astro Bruce Lee nos Estados Unidos com a esperança de abrir sua própria escola de artes marciais. Isso acaba sendo um desafio quando ele ofende os locais. É neste cenário que Ip Man (Donnie Yen), ajuda Lee, e “ganha o respeito dos locais e ajuda a estabelecer as bases do kung fu na América”.

Era Uma Vez Em... Hollywood

    Los Angeles, 1969. Rick Dalton (Leonardo DiCaprio) é um ator de TV que, juntamente com seu dublê, está decidido a fazer o seu nome em Hollywood. Para tanto, ele conhece muitas pessoas influentes na indústria cinematográfica, o que os acaba levando aos assassinatos realizados por Charles Manson na época, entre eles o da atriz Sharon Tate (Margot Robbie), que na época estava grávida do diretor Roman Polanski (Rafal Zawierucha).

| Entenda a polêmica de Tarantino e Bruce Lee

 A cena em que o personagem de Bruce Lee (Mike Moh) aparece em Era Uma Vez em... Hollywood é um breve flashback, lembrado pelo personagem de Brad Pitt, Cliff Booth. Trabalhando como dublê de Rick Dalton (Leonardo DiCaprio) em um filme, Booth encontra Bruce Lee nos bastidores da produção e ouve o ator fazendo um discurso sobre duelos, se gabando de que, se enfrentasse Muhammad Ali, provavelmente ganharia a luta. Quando Booth tira sarro de sua arrogância, Lee o convida para uma luta, sem socos na cara, e o melhor de três rounds sairia vitorioso. 

Lee ganha a primeira rodada facilmente, mas quando Booth entende seus movimentos, ele agarra o ator e o joga em cima de um carro, também com facilidade. Depois disso, a luta é interrompida sem que um vencedor seja declarado. 

Quando as primeiras polêmicas começaram a surgir, o coordenador de dublês do filme, Robert Alonzo, revelou que o fim da cena era na realidade diferente, e foi alterada a pedido dele e Brad Pitt. No roteiro original de Tarantino, o personagem de Cliff Booth sairia vitorioso, após utilizar um golpe baixo. Segundo Alonzo, Brad Pitt foi veementemente contra a cena: 

"Brad expressou sua preocupação, e nós todos tínhamos a preocupação com a derrota de Bruce. Especialmente para mim, que sempre idealizou Bruce Lee como um ícone, não apenas no reino das artes marciais mas também do modo que ele via a vida e a filosofia, ver seu idolo perder é muito triste".

A filha de Bruce Lee, Shannon Lee, rapidamente se pronunciou sobre a cena, descrevendo que se sentiu desconfortável ao assisti-la no cinema. Shannon não falou de modo afrontoso em relação a Quentin Tarantino, e inclusive disse entender os motivos do diretor, mas a justificativa não a impediu de se sentir "desconfortável sentada no cinema ouvindo as pessoas rirem do meu pai". 

"Ele parece um idiota arrogante e cheio de exibicionismo. E não como alguém que teve que batalhar três vezes mais duro do que qualquer uma daquelas pessoas, para conseguir o que para alguns veio naturalmente", explicou Lee. 

Falando sobre as motivações do diretor, Shannon explicou que, mesmo assim, o filme o retrata de modo esteriotipado, indo na direção oposta do que Bruce Lee sempre batalhou na vida:

"Eu consigo entender as razões por trás do que está retratado no filme. Eu entendo o que os dois personagens representam como anti-heróis, e que é como uma fantasia do que poderia ter acontecido. Eu entendo que eles quiseram fazer o personagem de Brad Pitt um grande durão que poderia derrotar Bruce Lee. Mas não precisavam tratá-lo do modo que Hollywood branca tratava ele quando estava vivo". 

Quentin Tarantino respondeu à polêmica explicando que o comportamento e as declarações de Bruce Lee foram baseadas em seu conhecimento do ator, fundamentado em estudos e biografias: 

"Bruce Lee era meio que um cara arrogante. O jeito que ele falava… Eu não inventei, ouvi ele falar coisas como essas. As pessoas me dizem ‘ele nunca disse que poderia derrotar Muhammad Ali’ e sim, ele disse. Não só ele disse isso, sua esposa disse isso. A primeira biografia dele que li foi Bruce Lee: The Man Only I Knew, de Linda Lee, e ela absolutamente disse isso.”

Ainda, o diretor explicou que poderia fazer o que quisesse, já que o retrato do ator é fictício: "Brad não poderia derrotar Bruce Lee, mas Cliff talvez pudesse. Então se pergunte: quem ganharia em uma briga, Bruce Lee ou Dracula? É a mesma pergunta. São personagens fictícios. E eu digo, Cliff poderia derrotá-lo, ele é um personagem fictício.”

Depois da resposta de Tarantino, Shannon Lee se pronunciou novamente, atacando as declarações do diretor. Nada sutil, a filha de Lee disse que Tarantino deveria "calar a boca". 

"Uma das coisas problemáticas de sua resposta é que, por um lado, ele coloca como fato, e por outro, ele quer que fique na ficção", ela explicou. "Ele pode retratar Bruce Lee como ele quiser, e foi isso que ele fez. Mas é um pouco dissimulado da parte dele dizer 'ele era assim, mas este é um filme de ficção, então não se preocupe com isso"". 

Shannon disse ainda que esperaria um pedido de desculpas de Tarantino: "Ele poderia se desculpar, ou ele poderia dizer 'eu não sei como era Bruce Lee. Eu só escrevi para o meu filme. Mas isso não deveria ser considerado como ele era de verdade'". 

Saindo em apoio à Shannon Lee, o ex-astro da NBA, Kareem Abdul-Jabbar, escreveu um artigo na THR explicando exatamente porque a cena de Tarantino pode ser considerada racista. Abdul-Jabbar explicou que entende o retrato fictício, mas o que ele representa acaba pejorativo:

"O que me incomoda [é] Tarantino ter escolhido retratar Bruce de uma forma tão unidimensional. A atitude de machão de Cliff (Brad Pitt) estilo John Wayne, um dublê mais velho que derrota esse chinês arrogante ecoa os vários estereótipos que Bruce estava tentando desmontar. É claro que o galã americano branco e loiro pode bater no seu carinha asiático chique porque essa merda estrangeira não manda aqui.”

 

 

 

 

Birth of The Dragon

Novo filme de produção chinesa e americana conta a vida de Bruce Lee
 
O filme mostra a vida de Bruce Lee e sua ida para os EUA nos anos 60, mostrando seus desafios como imigrante e as rixas existentes com outros chineses pelo fato de ensinar Kung Fu para não chineses, como por exemplo ver seus estudantes sendo  ameaçados de morte por chineses, o que leva a um confronto de Bruce Lee com o mestre Wong Jack Man que também treina ocidentais, mas não aprecia a falta de respeito de Bruce Lee com as tradições chinesas, George Nolfi (Diretor), com roteiro de Christopher Wilkinson e Stephen J. Rivele, Philip Ng será Bruce Lee.

 

O filme diz ser o mais fiel possível a vida e obra de Bruce Lee, bem como mostrar aspectos não muito positivos da vida pessoal dele pelos olhos de seus estudantes, Jackie Chan está contribuindo na parte da produção chinesa, 

Kung Fu Panda 3

O filme começa com a luta do mestre Oogway contra o touro malvado Kai (O Coletor) que vence a batalha, no vale da paz mestre Shifu treina seus guerreriros e logo declara que Po será o treinador dos cinco furiosos. No restaurante do pai adotivo Sr Ping, Po fica impressionado com o outro panda e logo descobre que é o seu pai biológico perdido há muito tempo de reaparece de repente, a dupla reúne-se para viajar para uma vila secreta dos pandas junto com Sr Ping, para conhecer dezenas de novos personagens pandas divertidos. Mas quando o vilão sobrenatural Kai (O Coletor) começa a varrer toda a China derrotando todos os mestres de kung fu em busca de tomar o seu Chi, Po deverá treinar os seus amigos pandas e aprender a dominar o seu Chi, e tornar-se o verdadeiro Dragão Guerreiro.

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  •  Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis


     

     O Grande Mestre 4 (Ip
    Man 4) chega ao seu capitulo final em 2019.

     

     

     

     

     

     

     

     

     


  • O Brasil sediará o 2° Seminário Sul-Americano de Qigong-Saúde entre os dias 24 e 29 de Maio

     

    Brasília sediará o XXVII Campeonato Brasileiro de Kung Fu de 7 a 11 de setembro.....

     

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