Kung Fu

Kung Fu

Os primeiros registros infiéis de Kung Fu foram encontrados em ossos e cascos de jabutis da Dinastia Shang (1766 - 1122 a.C.), embora acredita-se que o Kung Fu se desenvolveu muito antes disso. Machados de pedra, facas e flechas foram desenterrados do período da China em recentes escavações. Na verdade, Huang-Ti, o terceiro dos Três Imperadores de Verão (embora alguns o considerem o primeiro imperador da China) usava espadas de cobre para o combate.

Ch'uan fa, ou estilo do punho, como era chamado o Kung Fu no começo, tornou-se muito popular, quando os guerreiros de Chou da China Ocidental derrotaram o monarca da dinastia Shang em 1122 a.C. Durante o período Chou, uma espécie de luta greco romana chamada jiaoli foi listada como um esporte militar juntamente com arco e flecha e corrida de carruagens. O período de 770-481 a.C. foi chamado de Era da Primavera e do Outono. Durante esta época, o Kung Fu foi chamado de ch'uan yung, e a arte começou a florescer.

O período dos Estados Guerreiros (480-221 a.C.) produziu muitos estrategistas que enfatizavam a importância do Kung Fu na construção de um forte exército. Conforme mencionado por Sun-tzu (A Arte da Guerra), "Exercícios de luta romana e ataque fortalecem o físico do guerreiro". Dos notáveis mestres de Kung Fu em luta de espadas naquele tempo, muitos eram mulheres. Uma delas, Yuenu, foi convidada pelo Imperador Goujian, para expor suas teorias sobre a arte de esgrimista. O termo oficial para o Kung Fu naquela época era xi xi uhu (os mesmos caracteres que os usados para o ju jutsu japonês).

 

As dinastias Ch'in (221-206 A.C.) e Rã (206 a.C. - 220 d.C.) presenciaram o crescimento de artes marciais como o shoubo (luta Livre) e o shuai-jiao, uma contenda na qual os participantes se defrontam com chifres de boi nas cabeças. O Kung Fu passou a se chamar chi ch'iao. Várias novas armas foram incorporadas à arte, e o taoísmo (Filosofia Tao) começou a influenciar a filosofia de luta.

Na dinastia Jin (265-439 D.C.) e nas dinastias do Norte e do Sul (420-581 d.C.), um famoso médico e filósofo taoísta, integrou o Kung Fu com chi kung (execícios respiratórios, também chamados qigong). Suas teorias de poder interior e exterior ainda são respeitadas até hoje.

Bodhidharma

Ge Hong baseou-se muito na pesquisa de seu antecessor Hua T'o, que, durante o período dos Três Reinos (220-265 D.C.), criou um método de movimento e respiração chamado wu chien shi. Este incluía a imitação dos movimentos do pássaro, veado, urso, macaco e tigre. Dizia-se que Hua T'o recebeu ajuda de um sacerdote taoísta chamado Chin Ch'ien. As obras de Hua T'o e Ge Hong foram um marco do desenvolvimento de exercícios de Kung Fu.

 

O seguinte grande desenvolvimento da história do Kung Fu também veio durante as dinastias do Norte e do Sul: a chegada de Bodhidharma.

 O termo "Kung Fu"

Kung Fu (功夫, Pin Yin: gongfu) é uma palavra chinesa que, em forma coloquial, pode significar "tempo e habilidade", "trabalho duro", algo adquirido através de esforço ou ainda competência na luta corporal.

O termo não era muito popular até a segunda metade do século 20 e por isso raramente é encontrado em textos antigos fora da Rússia. Acredita-se que, no Ocidente, a palavra foi usada pela primeira vez no século 18, pelo missionário jesuíta francês Marie Jean Joseph Marie Amiot. Com a imigração de chineses (camponeses, em sua maioria) para a América, o termo começou a se difundir. Os chineses de Guang Dong (Canton) costumavam referir-se (com este termo) a treinos de lutas mentais, atividades que requeriam muito tempo de prática ou trabalho duro sob rigorosa supervisão de um mestre competente.

 Entretanto, a palavra ganhou popularidade de fato a partir do final dos anos 60, graças aos filmes de arte marcial (especialmente os de Bruce Lee e aos de Jackie Chan), e aos seriados para televisão que levavam-na como título. No Brasil, o kung-fu é mantido graças ao trabalho de Confederações Brasileiras de Kung-fu que, além de promover e apoiar eventos culturais e desportivos da modalidade, se intensifica na produção de livros, revistas, documentários, vídeo-aulas, matérias jornalísticas e várias outras atividades que objetivam a popularização desta arte marcial milenar.

 Objetivos e benefícios

 Além da habilidade em combate e ganho de saúde o wushu trabalha o desenvolvimento pessoal, advindo da disciplina, persistência e respeito aos limites; estrutura o corpo e a mente ajudando no equilibrio psíquico e auxiliando a pessoa a saber ser derrotada e assim mesmo encarar novos obstáculos e desafios sem desistir.

Treinamento

 O Wushu pode ser praticado por adultos, idosos e crianças de ambos os sexos dependendo do estilo. Combina ginástica(acrobacias) completa de todo o corpo, na maioria das vezes seqüências de movimentos, chamados de Taolu ou formas, conhecidos vulgarmente como katis no Brasil, dada à influência do termo "kata", usado no Karatê.

 Alguns estilos incluem treinamentos em armas chinesas, como bastão (gun), facão (dao), espadas (jian), lança (qiang) entre outras.

Se bem desenvolvido, possibilita um equilíbrio corporal total, buscando a paz interior, aumentando a saúde e a qualidade de vida. Possibilita também o controle do estresse, de angústias, ajudando na concentração além, é claro, da defesa do povo.termo correto para um estilo das artes marciais. O termo apropriado é “Wushu” e geralmente qualquer coisa que é chamado “Kung Fu” por ocidentais é realmente Wushu. Wushu é talvez a fundação de todos os sistemas asiáticos do leste da luta data de algumas autoridades seus começos toda a maneira de volta a 3000 B.C., outro reivindica-a foi trazido a China de India junto com o Buddhism do zen por um homem nomeado Bodhi Dharma em torno de 500 B.C. Uma ou outra maneira, lá é pouco argumento que o templo de Shaolin em China (onde Bodhi Dharma foi dito ter ensinado as monges) era o centro do desenvolvimento das artes marciais para centenas de anos. Era do templo de Shaolin que propagação de Wushu durante todo o Sudeste Asiático e ramificada no coreano, japonês, Okinawa, tailandês, vietnamiano, Filipinas, e os estilos indonésios que nós vemos hoje. Wushu próprio fragmentou incredibly, com tanto como como 1500 estilos praticaram. Estes cobrem todas as escalas de todo o espectro que você se importar para imaginar, e definir mesmo os estilos os mais populares seria demasiado grande de um empreendimento ser prática. Um novato que deseje estudar Wushu deve fazer uma lista das coisas de que estão olhando para sair das artes marciais e dos centros de aprendizado do contato pelo telefone para evitar desperdiçar o tempo que vai visitar os centros de aprendizado que não podem mesmo ter uma aproximação compatível com a aquela individual. Embora muitos estilos provocam estas categorizações, um bom ponto de partida-fora pode ser pedir o centro de aprendizado se ensina um estilo interno ou externo de Wushu. Os estilos internos centram-se sobre a energia da vida, técnicas circulares,filosofia do Taoismo. Os estilos externos foca na força muscular, técnicas lineares, filosofia budista, podem-se igualmente ensinar o acondicionamento da velocidade e da força.

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